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Internet das Coisas

Quando falamos de revolução tecnológica, a noção de Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), é um dos principais assuntos. E não é difícil entender o porquê, pois as suas possibilidades são inúmeras.  A Internet das Coisas está transformando nossa relação com a tecnologia, mudando o modo como interagimos com o mundo e, principalmente, o modo como o mundo interage conosco.

De uma forma bem simples, Internet das Coisas é o modo como os objetos físicos estão conectados e se comunicando entre si e com o usuário, através de sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede. Como se fosse um grande sistema nervoso que possibilita a troca de informações entre dois ou mais pontos. O resultado disso é um planeta mais inteligente e responsivo.

Agora podemos entender melhor como essas coisas funcionam, e como funcionam juntas para melhor nos servir. Mas de que “coisa” estamos falando? A resposta é essa mesmo: qualquer coisa. Desde um relógio ou uma geladeira, até carros, máquinas, computadores e smartphones. Qualquer utensílio que você consiga imaginar pode, teoricamente, entrar para o mundo da IoT.

Eles conversam entre si para nos dar mais conforto, produtividade, informação e praticidade em geral. Como por exemplo, podem abranger monitoramento de saúde, fornecimento de informação em tempo real sobre o trânsito da cidade ou o número de vagas disponíveis em um estacionamento e até mesmo em que direção elas estão, ou, ainda, alguma recomendação de atividades ou lembretes em seus dispositivos conectados.

Coisas do cotidiano se tornam inteligentes e têm suas funções ampliadas por cruzamento de dados. É o que acontece quando um assistente virtual cruza dados dos seus dispositivos conectados para informar, mesmo que você não tenha pedido, o tempo que você levará para chegar ao trabalho quando você senta no seu carro para sair de casa.

Segundo a empresa de pesquisa e consultoria Gartner, desde 2017 existem mais objetos na internet do que as 7 bilhões de pessoas no mundo. De acordo com o estudo, estima-se que em 2020 serão 30 bilhões de dispositivos conectados à IoT e 25% dos ataques identificados nas empresas terão envolvimento com dispositivos conectados de IoT, o que demonstra a importância de se refletir sobre esse processo.

E quais são os perigos de IoT?

Vamos supor que em uma casa em que todos os sistemas estejam conectados, desde os eletrodomésticos à rede elétrica até os dados do dono da casa. Sendo assim, se um hacker encontrar uma vulnerabilidade em algum desses sistemas e conseguir invadir a geladeira, por exemplo, o mesmo poderá usá-la de porta de entrada para acessar outros sistemas dentro da casa.

O grande problema é que tendo acesso aos sistemas da casa, o hacker poderá roubar dados, alterar informações e danificar o ambiente.

Segurança é responsabilidade de todos. E você, acha que está seguro?

Se você respondeu sim, sugiro que você repense a sua resposta.

A superfície de contato para as ameaças está cada vez maior. Novos vetores de ataque que até então eram desconhecidos, como foi o caso da boneca My Friend Cayla que, em fevereiro de 2017, foi banida da Alemanha.

O porquê disso? A boneca foi considerada como um dispositivo de espionagem que colocava em risco a segurança das crianças. A boneca recebia comandos de qualquer um que estivesse a pelo menos 10 metros dela e transmitia todas as informações que coletava.

Ou seja, um exemplo de que dispositivos conectados à Internet podem causar impactos reais à segurança dos usuários, como, por exemplo, o risco de crianças serem observadas por criminosos.

Torna-se evidente, portanto, que os riscos à segurança da informação são reais e podem gerar uma série de danos aos usuários. Pensando nisso, listamos algumas orientações práticas e fáceis que elevam consideravelmente o seu nível de segurança na Internet. Confira!

  1. Escolha dispositivos de qualidade e verifique os critérios de segurança
  2. Atualize seus sistemas, softwares e dispositivos
  3. Crie senhas complexas e, se possível, troque-as com certa regularidade.
  4. Faça backups regularmente – mas tenha também um HD externo com seus arquivos. O armazenamento na nuvem também é uma opção, mas precisa estar em um servidor com criptografia de alto nível e múltiplos fatores de autenticação.
  5. Habilite o segundo fator de autenticação, seja por aplicativos específicos, SMS por celular ou biometria.
  6. Verifique atentamente seus e-mails – evite acessar e-mails com erros ortográficos, links suspeitos, tom de urgência ou ameaça, anexos não solicitados, que pedem informações pessoais ou falta de detalhes na assinatura. Estes são alguns exemplos de que um e-mail não é seguro, por isso atente-se!

Desta forma, percebemos que a IoT trará muitas mudanças em nível global, transformando a forma como nos relacionamos com o mundo e impactando diretamente nossas vidas, o meio ambiente, os negócios e a nossa segurança. As coisas conectadas podem servir tanto como aliadas quanto alvos em ataques. No primeiro caso, temos melhorias na qualidade de vida por vivermos de forma eficiente, além de um mundo mais responsivo. Já no segundo, o grau de risco em que os sistemas estão expostos aumenta à medida que mais dispositivos são conectados à rede.

Entretanto, para que as coisas conectadas tragam mais benefícios, é necessário que as questões de segurança estejam presentes em todas as etapas de implantação dessa tecnologia.

Tornar visível o invisível é diferencial em segurança IoT

Uma das fabricantes parceiras da Scunna e diretamente ligada a proteção de IoTs é a ForeScout.  Atenta as estimativas de riscos e ataques cibernéticos, a ForeScout oferece uma plataforma de soluções com recursos robustos para visibilidade e controle de dispositivos em redes de TI, OT e IoT, ofertando ao cliente a visibilidade também do que está, na maior parte dos casos, invisível nas redes.

A Solução Forescout

A plataforma Forescout fornece visibilidade absoluta de dispositivos e controle automatizado para gerenciar com eficácia os riscos cibernéticos, operacionais e de conformidade, enquanto aumenta a segurança e produtividade das operações. A criação de perfis somente passivo fornece visibilidade do dispositivo em IoT, OT e sistemas críticos de infraestrutura sem afetar o tempo de atividade do sistema e sem introduzir riscos operacionais ou interromper processos críticos de negócios.

Ela identifica todos os dispositivos físicos e virtuais no ambiente de rede, no data center, em nuvem e em ambientes industriais, classifica diversos dispositivos de TI, IoT e OT/ICS em tempo real, e avalia e monitora continuamente a conformidade de todos eles sem exigir agentes ou aplicativos adicionais.

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